Manson – Jeff Guinn

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Finalmente vim conversar um pouco com vocês sobre as minhas impressões da biografia Manson, de Jeff Guinn. Acho importante informar de cara que, por se tratar da biografia de um participante de um dos casos de assassinato mais famosos dos Estados Unidos (acredito que até do mundo), teremos spoilers do fim da história. Mas isso é inevitável e, de verdade, irrelevante. Dito isso, vamos ao livro.

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Minha relação com os assassinatos Tate-LaBianca já é caso antigo. Eu sou fascinada pela história do caso há muito tempo e nem saberia dizer ao certo quando começou isso. Faz um bom tempo que eu queria ler o livro mais famoso sobre o caso, Helter Skelter, que foi escrito pelo promotor do caso de Charles Manson, Vincent Bugliosi. Mas, como o livro nunca foi traduzido, sempre fiquei com medo de comprar e não ter o inglês bom o suficiente para lê-lo. Fui deixando para lá e me contando com as informações que achava na internet. Até que, ouvindo o 30:min, ouvi o Vilto indicando esse livro. Assim que ouvi o nome Manson, sabia que tinha que comprar. Fiz a compra no Amazon no mesmo minuto e assim que chegou, já corri para ler.

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Acredito que boa parte das pessoas pelo menos já tenha ouvido falar em Charles Manson. Mesmo que você não saiba exatamente o que ele fez, deve saber que ele é um presidiário americano. Charles conseguiu seu maior desejo, tornar-se famoso. Não foi como ele sonhava, através de sua música, mas de outra forma bem mais macabra. Charles é (sim, ele ainda está vivo) o famoso líder da Família Manson, que assassinou a atriz hollywoodiana Sharon Tate grávida de oito meses e todos que estavam em sua casa, além de outros crimes de igual atrocidade, mas menor furor midiático.

O livro vai nos levar até antes do nascimento de Charles, conheceremos a relação de sua avó Nancy Maddox e sua mãe Kathleen, passando por sua infância problemática e nos levando a conhecer melhor o cenário hippie de São Francisco e da Los Angeles dos anos 60. No meio disso tudo, leremos sobre a indústria fonográfica, os Panteras Negras e muitos outros aspectos da história americana que de alguma forma se interligam com a história de Charles Manson.

Charlie mantinha o controle também de outras formas. Sempre que algum membro da Família passava por Charlie no rancho, principalmente nas calçadas feitas de madeira do set de filmagens, ele parava na frente da pessoa e fazia caretas, também sacudindo as mãos. O membro da Família tinha que imitar todas as expressões e gestos de Charlie. Uma imitação perfeita significava que a pessoa se sairia bem na iluminação do caminho espiritual. Falhas ao imitar as caretas e movimentos de Charlie significaria a presença de um ego exacerbado e o seguidor era firmemente castigado por ele.

Ainda tem um pouco do lado glamouroso de  Hollywood, já que Charles consegue fazer amizade com um dos membros dos Beach Boys, Dennis Wilson, que permite que a família viva às suas custas por um bom tempo e tenta ajudar Charles a acontecer no cenário musical.

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Quando eu disse que saber do final aqui não tem importância, eu falava sério. O interessante do livro é entender como Charles foi se tornando essa pessoa manipuladora e cheia de truques, que conseguiu seguidores mesmo depois de estar no corredor da morte e, mesmo sabendo que ele acaba preso, acompanhar o desenrolar do julgamento com a sensação de que ele vai conseguir escapar. Minha parte favorita, inclusive, é da obtenção de provas e do julgamento. Ver o quanto a polícia era ineficaz, o promotor encurralado, Charles manipulando tudo… fascinante.

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Recomendo fortemente a leitura não só para quem gosta de biografias, mas para qualquer um que goste de boas histórias, mas acho que leitores de romances policiais podem ter especial gosto por esse livro.

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Como podem notar pelas fotos, a edição da DarkSide Books é linda, cheia de fotos e com um apêndice onde o autor conta um pouco de como foi o método dele escavar as histórias contidas nesse livro.

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Nimona – Noelle Stevenson

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E aí, galera? Hoje vamos conversar um pouco sobre um quadrinho (aliás, tenho lido bastante quadrinhos ultimamente e acho que vale um post só sobre esse assunto)! O Nimona, da ilustradora e roteirista Noelle Stevenson. A Intrínseca me enviou este livro como parte da nossa parceria e eu não podia ter amado mais ❤

O quadrinho está no auge do hype, todo mundo falando dele por aí. Nessa história conhecemos Nimona, uma menina adolescente que decide que vai se tornar comparsa de um vilão. Ela decide e já chega no covil de Lorde Ballister Coração-Negro se anunciando como tal. Mas só após revelar que é uma metamorfa, Nimona consegue a vaga que era seu sonho. Nimona logo percebe que seu vilão favorito, na verdade não é tão mau quanto ela pensava (e esperava) que fosse.

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Com ajuda de Nimona, o vilão descobre que a organização que cuida da cidade, aparentemente possui planos um tanto quanto suspeitos. Coração-Negro tem como seu principal rival o herói Sir Ambrosius Ouropelvis, que trabalha para esta organização e que no passado já foi colega de treinamento de Sir Ballister.

A HQ possui uma ambientação muito interessante, já que parece se passar numa mistura de futuro, cheio de armas tecnológicas e laboratórios avançados, e período medieval, com cavaleiros de armadura.

Nimona é uma personagem complexa e fora dos padrões (gordinha, de cabelos coloridos e raspados em alguns pontos), ela é doce e também muito cruel. E, por mais estranho que isso possa parecer, é impossível não amar!

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Os traços da Noelle são lindos e  o quadrinho é visualmente muito bonito e muito rápido de ler, mesmo sendo “gordinho”. Cheio de humor, o livro não deixa de abordar assuntos importantes como a manipulação das informações, o controle do estado sobre as pessoas e a reflexão sobre como nos deixamos levar pelo sentimento de que existe um inimigo em uma única pessoa, como isso é usado pra mascarar que os problemas na verdade são estruturais.

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As fotos desse post foram tiradas pela minha colega de turma, fotógrafa e também blogueira Chris Oliveira. Mal terminei de ler e já emprestei para a Chris, antes mesmo de conseguir fotografar o livro, aí ela me fez esse favor <3. A Chris tem um blog de literatura e de Letras, o Letras Extraordinárias. Quem tem curiosidade pra saber mais do curso de Letras e de cursar faculdade EAD, vai lá que ela fala de tudo no blog dela.

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Auggie & Eu – R. J. Palacio + Sorteio

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Nos idos novembro de 2013 eu fiz aqui uma resenha de Extraordinário, um livro tocante e muito fofo (sério, se você ainda não leu, qual a sua desculpa? Corre e vai ler esse livro gracinha!). Quando soube que a autora estava lançando contos no universo de Auggie, me interessei de cara e acabei lendo Plutão assim que foi lançado, a convite da Intrínseca, que me enviou o código de download do ebook.

Quando lançaram o livro, que reunia os três contos, a editora me enviou e eu fiquei bastante feliz! Mas acabei recebendo duas cópias, e uma delas vocês é que vão ganhar! Para participar, basta seguir a página do Facebook do blog (essa aqui) e comentar neste post alguma coisa sobre a resenha (não vale falar só do sorteio, hein!), não esquecendo de colocar seu email de contato. O sorteio só está disponível para quem tem endereço de entrega no Brasil. O resultado será divulgado pela página do blog no dia 16 de janeiro e o vencedor terá três dias para responder meu email, antes que um novo sorteio seja realizado.

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Voltando ao livro, ele é um compilado de três contos: O Capítulo de Julian, Plutão e Shingaling.  Cada um deles é contado pelo ponto de vista de um personagem: Julian, Christopher e Charlotte.

O Capítulo de Julian

Se leu Extraordinário, você deve se lembrar de Julian. Ele foi o maior causador dos problemas sociais que Auggie teve que lidar ao entrar na Beecher Prep. No entanto, durante a narrativa, podemos perceber os motivos que o levaram a ser cruel durante o decorrer do enredo do livro principal.

Antes da leitura do conto, na introdução do livro, a autora nos explica que, enquanto escrevia Extraordinário, sabia que Julian tinha uma história para contar, mas que também sabia que sua história de bullying, ou o que o levara a agir daquela forma, tinha pouca importância para Auggie e não modificaria aquela narrativa, portanto, não poderia fazer parte do livro. Auggie teria que ser o personagem principal de sua própria história! Sendo assim, com o desejo de expôr aos seus leitores os sentimentos de seus personagens, ela decidiu escrever mais este livro, nesse compilado de contos que mostram diferentes pontos de vista da história. O Capitulo de Julian nos permite conhecer um pouco mais sobre a personalidade desse personagem que é pouco aprofundado em Extraordinário.

Aqui, podemos entender que ninguém é só bom ou só ruim. Não existem pessoas que sejam dessa forma. Somos complexos e, portanto, é parte dessa complexidade agir com bondade ou com maldade em diferentes situações.

Plutão

No segundo conto, Plutão, leremos sobre Christopher, o amigo mais antigo de Auggie, que se mudou para outro bairro muito tempo antes dos acontecimentos de Extraordinário. Nele conheceremos Auggie antes da Beecher Prep. Christopher, em sua narração, nos mostra como foi ser amigo de Auggie em seus primeiros anos de vida. Ele esteve junto durante as primeiras dificuldades do garoto, como suas primeiras cirurgias para correção de seu problema facial, o sumiço gradativo dos seus amigos, entre outros fatos tristes que circundam a vida de August.

Agora mais velho, Christopher encara o que ele considera problemas por ser amigo de Auggie: os olhares, a reação constrangida de outras pessoas, a ignorância e falta de educação de outros, etc. Torna-se tentador se afastar quando se torna mais difícil sustentar a amizade dos dois.

Shingaling

Shingaling é a terceira e última história de Auggie & Eu. Neste conto, conheceremos mais Charlotte, uma menina que sempre foi considerada altruísta. Charlotte fez parte do grupo de boas vindas ao August Pullman à Beecher Prep, junto com Julian e Jack. Mesmo mantendo-se à distância dele, a mesma nunca o maltratou. Mesmo tendo medo e ao mesmo tempo admiração do velho senhor cego que tocava acordeão por onde ela passava todos os dias, não deixava de depositar no estojo dele um dólar sempre que o via. Charlotte se enxerga como uma  menina realmente aplicada, excepcionalmente boa.

Entretanto, havia em seu interior um de desejo para estar entre a turma dos populares. Após passar na audição para apresentação de dança da Sra. Atanabi, Charlotte se vê frente à frente com Ximena, uma menina nova na escola, mas que já faz parte do grupo das populares (e Summer, uma amiga de Auggie, que é querida em toda a escola, que também passou no mesmo teste), e as três começam, aos poucos, a criar um laço nos ensaios. Acompanhamos o crescimento de uma amizade entre as três, que permanece em segredo, já que pertencem a grupos diferentes na escola.

No decorrer da narrativa, que Ximena, que já fez alguns comentários preconceituosos acerca de August, após conversar com suas amigas, percebe o quão tola estava sendo, conseguindo assim evoluir e se tornar uma pessoa, no mínimo, razoável. Simplesmente uma reviravolta inimaginável. Charlotte cresce ao longo do conto para perceber que ela não é tão perfeita assim, que também é um tanto hipócrita em alguns momentos e isso é bem legal de perceber.

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Sejamos todos feministas – Chimamanda Ngozi Adichie

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Feminista: uma pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos.
Conheci a Chimamanda por conta de seu famoso vídeo do TED (que consta no fim deste post) em que ela fala sobre o perigo da história única, sobre mostrar apenas um lado da história. O segundo contato com a autora também foi em vídeo, assistindo seu outro discurso no TED, chamado Sejamos todos feministas (que foi transcrito e transformado neste livro que aqui resenho e que também está no fim deste post). Assim que assisti ao discurso, pirei. Em meia hora de palestra ela conseguiu resumir o feminismo de um jeito simples, fácil de ser entendido até mesmo pelos homens, que não sofrem a opressão.

 

Chimamanda trata do assunto com a propriedade de uma mulher que sofreu opressão de diversos modos (imagina só: mulher, negra, nigeriana e imigrante nos Estados Unidos…) e de quem se descobriu feminista aos poucos, ao perceber que suas ideias concordavam com as do movimento.

Algumas pessoas me perguntam: “Por que usar a palavra ‘feminista’? Por que não dizer que você acredita nos direitos humanos, ou algo parecido?” Porque seria desonesto. O feminismo faz, obviamente, parte dos direitos humanos de uma forma geral – mas escolher uma expressão vaga como direitos humanos” é negar a especificidade e particularidade do problema de gênero. Seria uma maneira de fingir que as mulheres não foram excluídas ao longo dos séculos. Seria negar que a questão de gênero tem como alvo as mulheres. Que o problema não é o ser humano, mas especificamente um ser humano do sexo feminino. Por séculos, os seres humanos eram dividido em dois grupos, um dos quais excluía e oprimia o outro. É no mínimo justo que a solução para esse problema esteja no reconhecimento desse fato.
Alguns homens se sentem ameaçados pela ideia de feminismo. Acredito que essa ameaça tenha origem na insegurança que eles sentem. Como foram criados de um determinado modo, quando não estiverem “naturalmente” dominando, como homens, a situação, sentirão a autoestima diminuída.

Contando casos que ocorreram com ela, pessoalmente, ou com mulheres próximas a ela, a autora vai exemplificando e destrinchando a opressão e nos mostrando como a repetição do machismo em nossas vidas é tamanha que acaba por normatizar o que não deveria ser considerado normal. Não é normal que homens e mulheres em posições iguais, com formações iguais, tenham salários diferentes. Não é normal que a vítima do estupro seja culpabilizada porque “usava uma roupa provocante”. Não é normal que certas profissões sejam de homens (as que pagam mais, invariavelmente) e outras de mulheres (as consideradas menos importantes). Não é normal e enxergar e reconhecer isso é o primeiro passo para mudar.

Recomendo fortemente tanto o vídeo como o livro (o conteúdo é o mesmo) para todos, independente de gênero. Venham, assistam e leiam. Aprendam um pouco sobre feminismo e sobre como o feminismo não diz respeito a “ódio aos homens”, não diz respeito aos homens at all. Feminismo é sobre igualdade de gênero. É sobre direitos da mulher.

Ensinamos nossas garotas a se diminuir, se tornar menores. Dizemos para as garotas: ‘Você pode ter ambição, mas não muito. Você pode querer ser bem sucedida, mas não muito, pois do contrário, você vai amedrontar os homens.
Já estou louca pra ler todos os livros publicados da autora e conhecer melhor o trabalho dessa nigeriana maravilhosa!

Chimamanda Ngozi Adichie

Sejamos Todos Feministas

(Não se esqueça de ativar as legendas!)

O Perigo da Única História

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Beijos ♥

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Livro: Titia Terrível, David Walliams

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Sim! Mais um livro infantil e mais um do David Walliams! Eu simplesmente adoro os livros do autor. Já tem resenha de outros dois aqui (aqui e aqui) e sempre que vejo que tem lançamento da Intrínseca eu peço pela parceria porque sei que com certeza vou me divertir!

Stella Saxby é uma menina de doze anos que é a única herdeira de uma grande mansão colonial, a mansão Saxby. Stella acorda um dia sem poder se mover. A única pessoa por perto é sua tia malvada, Alberta. Coisas terríveis aconteceram enquanto Stella estava desacordada e desvendar os mistérios em torno do acidente que a colocaram de cama será a missão da pequena Stella.

A história tem diversos elementos de humor: um mordomo muito velho e muito doido, que nunca faz nada certo, um amigo bem assombrado, uma coruja das montanhas Baviera gigante e assustadora e um detetive muito esquisito. O livro é leve, bem humorado, cheio de ilustrações engraçadas e me tirou boas risadas, como todos os livros do Walliams.  Só senti mesmo foi a ausência do Raj (quem já leu algum livro do autor vai lembrar do jornaleiro mão de vaca que aparece em todos os livros do autor).

Apesar de infantil, o livro distrai todos os públicos (mesmo que em alguns momentos os leitores experientes consigam antecipar o que está acontecendo antes de o autor de fato revelar). Ainda dá pra usar em sala de aula e para facilitar a editora possui um kit de atividades sobre o livro que está disponível aqui.

As ilustrações do Tony Ross são sempre um show a parte. Eu, particularmente, gosto bastante do traço confuso e meio desleixado do ilustrador.

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Resenha: Eu, Robô – Isaac Asimov

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Sim, eu também assisti ao famigerado filme com o Will Smith e não gostei. Mas pera lá: a história aqui é bem mais interessante do que o filme deu a entender. Para começar que Asimov é uma lenda. O cara é conhecido como o “pai da robótica” e criou as Três Leis da Robótica:

1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Genial! O livro é composto de nove contos interligados que contam fatos presenciados pela robopsicóloga da US Robôs e Homens Mecânicos, Susan Calvin. Os fatos são narrados em forma de entrevista, que a personagem concede ao jornalista que escreve as histórias para construir um perfil de Susan. São contos de tamanho médio, mas o livro é bem curto e dá pra ler rapidinho e com tranquilidade.

Uma excelente pedida para quem quer começar a ler ficção científica ou que gostaria de conhecer a obra do autor. O livro é leve e gostoso de ler, mas traz algumas críticas à nossa sociedade de consumo. Alguns momentos são realmente emocionantes ou angustiantes e também cabe riso. Um livro bem completo, do tipo pra favoritar sem pensar duas vezes. A edição da Aleph, como sempre, ficou bem legal, a capa é bonita, o espaçamento está confortável e a edição foi feita com cuidado.  Vale cada centavo e cada minuto investido nele!

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Resultado do sorteio: João e Maria, Nós e Isla e o Final Feliz

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E finalmente saiu o resultado do sorteio! Vamos às ganhadoras:

vencedoras

#1 Helen Z.

  • Nós, David Nicholls
  • João e Maria, Neil Gaiman
  • Isla e o Final Feliz, Stephanie Perkins

#2 Rafaela S.

  • Nós, David Nicholls
  • João e Maria, Neil Gaiman

As vencedoras já receberema um email no endereço cadastrado e tem até o dia 06/12 para me enviarem seua dados para que a Instrínseca possa enviar os livros. Caso nâo haja resposta, um novo sorteio será realizado. Parabéns às ganhadoras!!!

O resultado pode ser visto na ferramenta onde foi feito o cadastro: neste link.

Beijos! ♥

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Resenha: João e Maria (Neil Gaiman) e Nós (David Nicholls) + Sorteio

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Tem resenha dupla e sorteio no vídeo de hoje, então prestem bem atenção e vejam tudinho para não perder nenhuma informação.

Resenha de Isla e o Final Feliz

Serão dois ganhadores, que receberão os seguintes prêmios:

#1

  • Nós, David Nicholls
  • João e Maria, Neil Gaiman
  • Isla e o Final Feliz, Stephanie Perkins

#2

  • Nós, David Nicholls
  • João e Maria, Neil Gaiman

Regras: 

  1. Estar inscrito no canal do Olhando por aí;
  2. Participar do sorteio neste link.

Lembrando que para participar do sorteio é preciso ter endereço de entrega no Brasil!
Quem fará o envio será a editora Intrínseca (nossa parceira). O prazo para resposta após o resultado do sorteio, que será dia 30/11 é de 2 dias úteis, portanto, fiquem atentos para não perder.

Boa sorte a todos! 😉

Beijos! ♥

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Resenha: Desventuras em série #8- O Hospital Hostil – Lemony Snicket

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ATENÇÃO: Essa é a resenha do segundo livro da série, se você ainda não leu o primeiro , o segundoo terceiroo quarto, o quinto, o sexto e o sétimo e não gosta de spoilers, talvez não seja uma boa ideia ler essa resenha. Estejam avisados 🙂

As crianças Baudelaire agora são foragidas, após terem sido, injustamente (e o que não é injusto com elas nesta série?), acusadas do assassinato do Conde Olaf – que de morto não tem nada. Sendo assim, o livro O Hospital Hostil sai da fórmula já conhecida dos volumes anteriores e cria uma nova maneira de contar a história. Agora os irmãos estão a própria sorte e não podem mais contar com a ajuda (ou não) de um tutor.

Sozinhos e perdidos, os irmãos embarcam com um grupo de voluntários malucos para um hospital pra lá de estranho, mas com uma biblioteca imensa e que parece esconder segredos sobre o incêndio na casa dos Baudelaire.

Devido às evidências discutidas na página nove, os peritos agora suspeitam que possa haver de fato um sobrevivente do incêndio,mas seu paradeiro é desconhecido.

Uma das coisas que eu adoro na série é a quantidade de referências externas e o tanto que os livros são importantes em toda a história. Nessa fase da trama finalmente os mistérios começam a ter respostas e começamos a entender o que de fato está acontecendo.

É interessante perceber que agora o Conde Olaf – um dos vilões mais carismáticos que já conheci – aparece menos, mas não perde sua importância na trama. Ele está sempre presente através de seus assistentes, comandando tudo como um maestro maléfico por trás dos panos.

Mais um livro incrível e se, por acaso, você ainda não começou essa série e está lendo essa resenha assim mesmo, vá ler logo e você não se arrependerá.

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Resenha: Toda Luz Que Não Podemos Ver – Anthony Doerr

 

E aí pessoal, tudo bom com vocês?

A resenha de hoje é em vídeo, porque não consegui lidar com escrever sobre este livro incrível!

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