Muitas coisas

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Sim, eu sei que sumi de novo, mas mais uma vez foi por um bom motivo. Esse ainda não é um retorno em absoluto, mas um aviso de que ainda estou por aqui e que, apesar de estar sumida, continuo amando escrever aqui e escrever para vocês. Tenho algumas coisas para dizer, mas vou começar pelo motivo do sumiço: concursos. Alguns de vocês devem saber, mas eu era estudante de Pedagogia e, no período passado, me formei pedagoga. Agora tenho estudado bastante porque pretendo ser professora de escola pública e único jeito de conseguir é através de concurso.

Outra coisa é que decidi encerrar as parcerias com editoras. Sou muito grata a todas elas pela oportunidade, mas é cobrança demais pra pouco retorno. Ganhamos alguns livros e em troca disso temos a obrigação de lê-los em um período curto de tempo, para resenhá-los para vocês. Muitas vezes nem mesmo solicitamos os livros e ainda sim os recebemos. A Tati falou disso em um excelente vídeo, vejam e depois me digam o que vocês acham de tudo isso.

E, por último, quero conversar com vocês sobre uma coisa que faz tempo que tenho vontade de mudar, que venho tentando inserir aqui e ali por aqui, mas que agora é a meta para o blog. Com os anos, meu gosto de leitura vem mudando e, com isso, tenho lido livros mais clássicos e livros mais relevantes para o cenário literário. Junto com a mudança de gosto, veio a vontade de fazer Letras Português-Literatura, e essa deve ser a minha realidade acadêmica em breve. Portanto, cada vez menos tenho lido livros jovens, que eram os que eu costumava resenhar por aqui. A ideia que, a partir de agora, apareçam por aqui mais livros clássicos, livros mais adultos, e menos infanto-juvenis e juvenis. É claro que esses livros não vão sumir por completo, acabo lendo um outro desses quando quero algo mais rápido e leve, mas a frequência destes deve ser menor.

Espero que vocês compreendam tudo isso e que continuem me amando ❤

Beijos ♥

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Happy 2016! 🎆

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Sorrisos, abraços apertados, cafunés. Mergulhos no mar, banhos de chuva, corridas nas ruas. Descobrir um novo livro favorito, tempo para aproveitar a família e os amigos, tempo. Leveza pra encarar os percalços, olhos treinados para enxergar as pequenas felicidades cotidianas. Dias frios com chocolate quente e cobertor, dias quentes com picolé e piscina pra refrescar.

Esperança no amanhã, sem perder os olhos do hoje. Planos pro futuro sem deixar pra trás o presente. Sonhos sem esquecer da realidade. Dinheiro no bolso, porque todo mundo precisa, mas só o tanto que precise pra trazer conforto e comprar aquilo que gostamos. Menos consumismo, menos produção de lixo, uma alimentação melhor. Mais movimento, menos sedentarismo. Mais lazer e menos trabalho. Um bom emprego, que não lhe tome o direito de viver e que lhe faça feliz.

Amor, muito amor. Bons amigos e família presente.

2016, que você chegue suave e que seja lembrado pelos bons momentos que nos trará. Seja muito, muito bem-vindo!

Beijos ♥

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3 TAYNA

Recomeços

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Nessas últimas semanas várias coisas deram errado. Não consegui gravar, tive que formatar o notebook e ainda não tive tempo de parar para reinstalar tudo que preciso pra manter o blog em ordem e tive o maior dos problemas e o que ainda vai me causar algumas dores de cabeça com certeza: perdi o domínio que eu usava aqui no blog. Com toda confusão desses dias, acabei perdendo o prazo de renovação do domínio .com e ele foi cancelado. O blog chegou a ficar fora do ar alguns dias e acabei mudando pra esse novo .net. Isso tem gerado muitas dores de cabeça porque várias pessoas não estão achanado o blog (temos tido cerca de 10% dos acessos que tínhamos antes). Espero em breve conseguir recuperar o domínio .com e resolver isso, mas enquanto isso não acontece, preciso da ajuda de vocês, fiéis leitores dessa blogueira que vos fala para ajudar a divulgar o novo link do blog: http://www.olhandoporai.net

Junto com o novo domínio, resolvi fazer algumas mudanças: o blog está de cara nova (ainda não é o novo layout que eu gostaria, mas fiz algumas alterações e já estou mais satisfeita e estou voltando a postar conteúdo diversificado (nem só de livros vive o ser humano, não é mesmo?).

Espero que vocês gostem e que curtam tanto quanto eu o novo layout e os posts de outros assuntos. Conto com vocês pra espalhar por aí o novo endereço do blog!

Beijos! ♥

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Dia Mundial do Livro

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Amigos de longa data, os livros sempre tiveram parte importante na minha história. Hoje, Dia Mundial do Livro, nada mais justo que homenageá-los, declarando o quanto eles significam na minha vida. A verdade é que sou leitora meio que por acaso (ou talvez seja culpa da minha avó). Meus pais nunca gostaram de ler. Meu pai nunca leu um livro na vida (sério) e minha minha mãe está tentando terminar o mesmo livro há mais de 25 anos (mais sério ainda) e ainda nem passou da página 100. Meus primeiros contatos com livros foram na escola, quando tive a oportunidade de ter acesso a biblioteca. Foi amor à primeira vista. Lembro de levar os livros para casa e ler até dormir.

Depois mudei de escola e lá pegar livros emprestados não era permitido, mas para minha felicidade, o local aonde eu fazia tratamento dentário tinha uma biblioteca infantil ao lado. Consegui convencer a minha mãe a me levar lá após cada consulta para pegar um novo livro. Nessa época, minhas consultas eram semanais, mas um livro não durava uma semana. Minha mãe acabou fazendo amizade com a bibliotecária que emprestava dois, três livros por vez, ao invés de um. E assim seguiu a vida, quando fui para o ginásio, a escola tinha uma bibliotecária que logo se tornou minha amiga, eu a ajudava no recreio e nos intervalos das aulas a reencadernar livros, organizar prateleiras, catalogar empréstimos. Assim surgiu uma tradição, naquele ano ela me levou pela primeira vez, com a escola, para a Bienal do Livro do Rio. Desde então, nunca mais perdi nenhuma.

 Quando eu disse que minha avó talvez tenha sido a culpada dessa paixão, não foi sem motivo. Minha mãe nunca me deu um livro. Não só porque não podia gastar muito, mas porque não via muita importância nisso. Já minha avó, leitora fiel de Agatha Christie, sempre gostou de me ver lendo e era minha principal financiadora de um vício que tenho desde essa época: quadrinhos da Turma da Mônica. Acho que cheguei a ganhar alguns do meu pai, mas minha avó era, sem dúvidas, a fonte principal dos meu quadrinhos. E conforme fui crescendo, comecei a pegar os livros dela para ler. Aliás, pensando melhor, minha avó também criou outro vício meu: palavras cruzadas!

Foi ainda no ginásio que eu comecei a ler Harry Potter e minha vida nunca mais foi a mesma. Depois de Harry Potter tudo o que eu queria fazer era ler, até chegar o ensino médio e eu ter 18 matérias por ano e acabar lendo muito menos que o meu normal. Mas minha alegria mesmo foi quando comecei a trabalhar e pude comprar meus próprios livros! Em 2008 comecei a montar minha biblioteca, primeiro com uma portinha em um rack de TV, depois com uma estante e agora duas. Aos poucos os livros vão se acumulando e, também circulando, já que eu gosto de emprestar (mas não pra qualquer um). Sonho um dia abrir uma biblioteca mesmo, pra quem quiser vir e ler. Quem sabe o futuro não me permite?

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tayna

Eu odeio o Carnaval

cinzasNão, eu não surtei de vez. Eu apenas odeio um período do ano, qual o problema? Tanta gente odeia o Natal ou o Dia dos Namorados… o que há de tão estranho assim em odiar o Carnaval? A verdade é que, é claro, eu não odeio o feriado (quem em sã consciência detestaria cinco dias de folga?). A questão é que eu detesto todo esse ritual que começa ainda na sexta, antes do feriado. As pessoas parecem ser obrigadas a curtir a baderna (sim, baderna) que se instala nas ruas e a achar tudo lindo. Em época de Carnaval tudo é permitido: fechar a principal via do Centro da cidade para abrigar gigantes carros alegóricos, fechar qualquer via para que multidões se juntem para se embebedar, beijar na boca, brigar e destruir coisas, sair na rua quase nu (ou só pintado).

São várias as razões que me fazem ter raiva dessa época. A primeira e principal delas é bem pessoal: eu detesto multidões e odeio calor. Quer coisa mais infernal que Monobloco para quem detesta calor e gente demais?

Cada um tem seu inferno. Esse é o meu.
Cada um tem seu inferno. Esse é o meu.

 O segundo motivo é que, nessa época, ficamos muito mais suscetíveis a sermos assaltados ou a nos metermos em alguma confusão, mesmo que não tenhamos feito nada. Levou pisão no pé? O melhor que você faz é pedir desculpas antes que alguém (provavelmente bêbado) ache que você tem alguma culpa no cartório e acabe te batendo. Esse mesmo bloco que eu coloquei a foto mais acima é recordista de assaltos aqui no Rio. Meus amigos que o frequentam sempre dizem que pra ir no Monobloco você não pode levar celular e a identidade deve ir com seu dinheiro dentro de suas peças íntimas. Gente… tudo bem que estamos sujeitos a sermos assaltados em qualquer lugar, mas pra quê ir a um lugar em que esse risco sobe tanto?

Outro ponto que me irrita bastante nessa época do ano é a hipocrisia que se instala nas pessoas. Dois milhões de pessoas na Presidente Vargas (avenida do Centro do Rio) para lutar contra o aumento das passagens, acontecem confrontos com a polícia (não estou discutindo os culpados, veja bem, isso assunto para outra conversa), alguns prejuízos em patrimônios públicos e privados. Qual foi o resultado disso? Demonização dos protestos pela mídia, manifestantes chamados de vândalos, entre outras coisas. Agora… pega qualquer carnaval do Rio nos últimos cinco anos e veja a quantidade de brigas, mortes, estupros, patrimônios depredados e etc. Você vai ver que a violência nessa época é surreal e, mesmo assim, tudo o que você vai ver na sua TV ou que seu colega no trabalho vai comentar vai ser o roubo da Beija-Flor, que ganhou de novo.

Existem muitas outras pequenas coisas que me fazem odiar o Carnaval, mas a última que vou citar aqui é a música. Música de Carnaval é um saco. Odeio ter que ouvir as mesmas músicas e sambas das escolas em qualquer lugar que eu vá (por isso acho interessante, mas mesmo assim ainda não me cativou completamente, a ideia de blocos com músicas alternativas). E o pior, entra ano e sai ano algumas músicas sempre voltam a tocar nessa época. Ou vai dizer que no Carnaval do ano passado você não ouviu nenhuma vez “sou praiero, sou guerreiro, to solteiro, quero mais o quê”? Pois eu ouvi diversas vezes essa e outras músicas que fizeram sucesso quando eu tinha, sei lá, uns doze anos.

Por isso: não, obrigada. Nada de Carnaval pra mim. Prefiro o conforto do meu lar e o aconchego dos meus livros.

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tayna

Vamos celebrar a estupidez humana…

…a estupidez de todas as nações. O meu país e sua corja de assassinos covardes, estupradores e ladrões ♫

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Tristeza: é a palavra que define o que sinto hoje. E não pensem que é pelo rebaixamento do meu clube, porque não é. Foi-se o tempo em que o futebol me tirava de casa, me levava aos estádios e que tinha a capacidade de me comover: para bem ou para mal.
O que me entristece hoje é ver a extensão da estupidez do homem. Transformaram futebol em arena de gladiadores. Transformaram entretenimento em violência gratuita. Não estou aqui para apontar culpados: está errado não poder haver policiamento no estádio, está errado aquele que invadiu a área da outra torcida em busca de confusão e está errado aquele que, sob a desculpa de estar se defendendo, levou a agressão às últimas conseqüências.  E quem sofre com isso? O pai que levou seus filhos ao estádio no intuito de apoiar o clube, o torcedor que achou que estava indo assistir um espetáculo de futebol (e não uma luta do UFC) e todos nós, todos nós que achávamos que violência nos estádios era coisa do passado, que acreditávamos estar em segurança ao levarmos nossa família para um jogo.
Mexe comigo ver a que ponto algumas pessoas podem chegar por um esporte que não agrega em nada na vida de ninguém: ninguém sai mais culto, mais rico, mais bonito, mais magro ou mais gordo de uma partida de futebol. Você pode até sair mais feliz (ou mais triste), mas vale mesmo apena pagar tão caro pra correr tantos riscos? Ouvi alguns dizerem ontem que “se fosse aqui no Rio isso não teria acontecido, a polícia aqui não perdoa”, mas será que é isso que queremos? Será que seria mesmo melhor que tudo aquilo tivesse acontecido perto de uma “polícia que não perdoa”. Não temos como prever o que poderia ter sido, mas acredito que as consequências poderiam ter sido ainda mais desastrosas, afinal a polícia do Rio já provou inúmeras vezes que não tem critérios, que pra conter o errado, bate no certo. Imagina o montante de pessoas que poderia ter se machucado nessa confusão? E não apenas aqueles que estavam dispostos a brigar, como foi o caso.
Cabe a cada um de nós pensar como temos agido e de que modo estamos educando nossas crianças, para que possamos ao menos tentar salvar a próxima geração desse mal chamado violência.

Desculpem pelo desabafo, mas eu precisava falar.

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tayna

Hello, December

tumblr_meo0tt2W3N1qmw7bgo1_500E ele finalmente chegou: dezembro, meu mês favorito. Eu faço aniversário em setembro e, claro, adoro quando chega essa parte do ano, mas dezembro me traz uma sensação única. Natal, aniversário de namoro, férias… são tantas as coisas que acontecem nesse mês lindo que fica até difícil por em palavras.

Eu sou completamente viciada em filmes de Natal e não é a toa: amo esse clima de paz e esperança que essa data nos proporciona. A minha única tristeza é morar no Rio: nada de neve pra mim.

Eu gosto de colocar na balança, todo  fim de ano, as coisas boas e as coisas ruins que aconteceram ao longo do ano e pensar em como posso fazer melhor no ano seguinte. Gosto também de relembrar natais passados e de seguir quase que um cronograma: montar a árvore, planejar a ceia (faz uns três ou quatro anos que eu e meu irmão que preparamos a ceia aqui de casa, minha mãe diz que ela já faz isso o ano todo rs), comprar presentes e rever todos os meus filmes de Natal favoritos.

Seja bem-vindo, dezembro, e que você traga mais um fim de ano incrível para todos nós! ❤

Hogwarts em clima de Natal :)
Hogwarts em clima de Natal 🙂

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tayna

Ainda dá tempo

Achar coisas interessantes na internet nem sempre é fácil, mas quando damos de cara com projetos como esse, a vontade é de chorar de emoção, de abraçar quem teve uma ideia tão linda.

O projeto Ainda dá tempo se auto define como

um projeto independente com o objetivo de abrir os olhos para o simples fato que para começar uma mudança, é preciso primeiro acreditar que ela é possível. O mundo é de todos nós e precisa do nosso otimismo para que o ímpeto de mudar se transforme em uma mudança real, e acreditamos que isso só é possível começando por uma transformação interna. Mudando nosso jeito de pensar, mudamos nosso jeito de agir e agindo mudamos o mundo. Ainda dá tempo.

Depende de todos, de cada um de nós. E você, o que está fazendo pra tornar o mundo um lugar melhor?

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Peso ideal: ideal pra quem?

Hoje eu vi um vídeo da Ana de Cesaro (esse aqui embaixo) e o vídeo me levou ao Tumblr  “gostosa que se acha gorda” (é +18, nada de abrir no trabalho). E cara, é bizarro pensar no quanto nos martirizamos por conta de estarmos acima do peso. Claro que se o que te incomoda é a saúde, tudo bem, isso é de fato importante e ninguém aqui está dizendo que você deve negligenciar sua saúde. Mas se sua preocupação é exclusivamente estética, vamos mais devagar com essa conversa.

Primeiro, veja esse vídeo:

Vou ser sincera e dizer que eu me sinto assim, vez ou outra. Tem dias que me olho no espelho e odeio meu corpo, odeio minhas formas. Mas ultimamente isso tem diminuído de frequência, e não porque eu perdi 30 quilos, isso não aconteceu. Mas porque percebi que o que me incomodava mais era o fato de não conseguir fazer coisas como subir escadas sem ficar com pouco ar. E você acha que era porque eu estava acima do peso? Errado. Eu continuo acima do peso e não me sinto mais assim. Então, qual era o motivo? Falta de exercício. Dois meses atrás resolvi mudar minha rotina e me exercitar mais e isso resolveu o problema. O ponto ao qual eu quero chegar é que as vezes nos esquecemos que todos somos bonitos como somos, que todos os tipos de corpos tem sua beleza. Quer ver só? Lembra do tumblr que falei no começo do post? Então, separei algumas fotos que não são +18 pra vocês entenderem melhor:

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Entenderam meu ponto? Nenhuma dessas mulheres veste 38 (nem mesmo 40 ou 42) e ainda sim são todas lindas. A questão não é dizer que ninguém tem o direito de querer ser mais magra, você pode ter esse desejo e tudo bem. O problema é que, muitas vezes, transformamos essa na unica possibilidade: ou a mulher é magra ou é desleixada, feia. Não deixem de visitar o  “gostosa que se acha gorda”, vale a pena.

Um beijo!

ATUALIZAÇÃO:

Se tiver um pouco mais de tempo, leia o artigo Não me elogie por perder peso, do Blog Cinese.

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tayna

Amizades que começam pela internet

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Um chat aberto por algum amigo no MSN, todos saem e sobra você e mais uma pessoa que, até então era um desconhecido. Um comentário em um blog, que gera outro e outro e outro. Um reply que você recebe de algum seguidor e que você acha engraçado e responde e ele responde e você responde de novo… São tantas as formas (novas e ultrapassadas) de fazer amizade pela internet que chego a me perguntar se, entre aqueles que frequentam a internet assiduamente, existe algum que nunca fez um amigo online.

Eu sou adepta dessa forma de fazer amigos. Não que eu não os faça mais da forma tradicional, na faculdade, na mesa do bar, mas acho a internet um canal incrível para conhecer pessoas de qualquer lugar do mundo. Uma das minhas melhores amigas (alô Gabi!) eu conheci em uma comunidade do falecido Orkut. Hoje nos conhecemos pessoalmente e isso só fez fortalecer a nossa amizade, mas isso levou alguns anos para acontecer. O fato é que isso só me fez crer ainda mais na solidez que esse tipo de relação pode vir a oferecer.

Eu sou uma pessoa que não sai muito, pelo menos não para ambientes que possibilitem conhecer muitas pessoas, mas que passo boa parte dos meus dias (e madrugadas) online. Não posso contar quantas noites e fins de semana virei usando o falecido MSN (saudades eternas) para conversar. Através dele fiz amigos, conquistei um ou outro garoto (quem nunca?) e me diverti muito.

Conheço algumas pessoas (meu namorado, inclusive) que não entendem muito como posso ficar amiga e confiar em alguém que não conheci pessoalmente, como posso ter coragem de me encontrar com alguém de quem só vi um perfil. Bom, é certo que essa preocupação tem fundamento (quantos casos vemos de pessoas que se passam por outras online?), mas as pessoas podem nos enganar, também, quando as conhecemos em um bar, ou em uma festa. Ninguém está livre desses problemas, de uma forma ou de outra. Então, desde que tenhamos pequenas precauções (conhecer alguém que conhece a pessoa pessoalmente, marcar de encontrar em um lugar público, ver se as informações passadas pela pessoa não são falsas, etc), eu sou a favor de amizades virtuais – e de torná-las “reais”.

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