Resenha: Nu, de botas – Antonio Prata

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Antonio Prata entrou na minha vida em 2007, se bem me lembro, com uma crônica intitulada “O amor que choveu”, desde então sou admiradora do seu trabalho. Cronista de talento, Antonio Prata nos deleita com seu olhar singular e cheio de humor para as pequenas coisas do dia a dia.

Em “Nu, de botas”, Antonio nos traz diversas memórias de sua infância de classe média, memórias essas contadas da perspectiva de um eu infantilizado do autor, o que só torna os contos ainda mais gostosos. De sua fixação por usar botar e por não usar cuecas (que, aliás, renderam momentos hilários no livro, que me fizeram ir às lágrimas de tanto rir), até o dia em que conseguiu ligar para o programa do Bozo, acompanhamos a trajetória de Antonio crescendo em uma vila paulista nos anos 70.

Se fizesse frio, conjunto de moletom e botas. Se fizesse calor, short e botas. Quando havia piscina, sunga e botas. Mais de uma vez, aproveitando a distração dos adultos, sai pela casa nu, de botas.

Divertido e inusitado, o livro é um convite para rememorarmos nossos próprios momentos constrangedores, trágicos, felizes… nossas lembranças da infância. Li o livro super rápido, ajudada pelo fato de que as crônicas são bem curtas e isso torna a leitura mais fluida. Como o li no Kindle, agora quero o livro físico (e todos os do Antonio Prata, por favor)!

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